Como eu trabalho
Advocacia séria não promete resultado. Oferece método.
Todo caso de dívida bancária relevante que chega até mim percorre o mesmo caminho: Mapeamento, Análise, Proteção e Acordo. Prioritariamente na via administrativa — porque o Judiciário é lento, caro e imprevisível, e porque quase sempre existe mais margem fora do processo do que dentro dele.
As quatro etapas
O que acontece: levantamento completo de contratos, aditivos, confissões de dívida, garantias, avais, extratos de evolução do débito e do patrimônio exposto (contas, veículos, imóveis, recebíveis).
Por que importa: a maioria das empresas endividadas não tem sequer cópia dos próprios contratos. Sem mapa, toda decisão é chute — e chute em crise bancária custa patrimônio.
O que acontece: leitura técnica dos encargos, das cláusulas e do risco: o que o banco pode fazer, em que prazo, contra quais bens. Identificação de eventuais abusividades e do espaço real de negociação.
Por que importa: banco negocia risco. A análise transforma a sua situação em números e argumentos — é ela que muda a régua da conversa.
O que acontece: organização das prioridades de pagamento, preservação de caixa, formação de reserva de negociação e medidas lícitas de proteção patrimonial — antes que bloqueios e constrições aconteçam.
Por que importa: quando o patrimônio está em risco, improviso custa caro. Proteção não é esconder bens — é não entregar de graça o que a lei permite preservar.
O que acontece: negociação estruturada com o banco — proposta fundamentada, timing certo, condições documentadas. Quando o processo judicial melhora a posição do cliente, ele entra: como ferramenta dentro da estratégia, nunca como plano.
Por que importa: o melhor acordo raramente nasce no desespero. Nasce da preparação — e das etapas anteriores.
Transparência
"Dívida bancária relevante não se enfrenta no impulso. Se conduz com estratégia."
Primeiro passo
Seis perguntas objetivas, dois minutos, sem custo. É a porta de entrada do método: com as suas respostas, a primeira conversa já começa no nível da estratégia — não do desabafo.